quarta-feira, 19 de agosto de 2015

Leandro e Leonardo Álbum 1990



Ainda no embalo do sertanejo, um álbum que EU AMO!!

Seguuuuuuuuura peão que eu tou xonada! : )

Amo todas as músicas desse CD, mas  dou destaque para a música "Pra Nunca Dizer Adeus".

"Para mim o teu sorriso é como as estrelas
Para mim o teu olhar é a luz da lua
Se pudesse eu daria todo universo
Pra te amar, ó princesa
Por favor não vá

É tão bom esta paixão que tenho no meu peito
Quanto amor guardado no meu coração
Quantas vezes for preciso
Gritarei ao mundo que te amo
E você vai se orgulhar de mim..."


Ouvi três vezes esse álbum hoje. 



terça-feira, 18 de agosto de 2015

Música Sertaneja


Até um dia desses musica sertaneja só tinha dois significados:
A primeira é meu pai, ele ama músicas sertanejas e ouvi-las era lembrar dele em certa época, principalmente quando morávamos em São Luis - MA. O álbum  de 1989 do Leandro e Leonardo é a cara do meu pai e eu amo!

A segunda é lembrar da minha amiga Lú... Quando éramos solteiras e jovens ela me forçava a ouvir Zezé de Camargo e Luciano que eu odiava... rsrs Ela me fazia ouvir Zezé e eu a fazia ouvir Roberto Carlos. O mais engraçado é que depois que passamos dessa fase as lembranças e a saudade ficaram. Então Roberto é a minha cara e Zezé a cara dela. : )
Mas o sertanejo anos 80 e 90 hoje embalam a saudade que tenho do namorado. Temos ouvido tanto juntos que as músicas antes que tinham outro significado, hoje é nossa trilha sonora em momentos especiais só nossos. Fora as músicas do Daniel  do ano de 2000, que fez a trilha sonora da nossa primeira dança. Isso parece ser uma coisa simples mas não é. É tudo muito especial ainda mais pra alguém como eu que a vida é embalada por músicas....
>>Deuzijane<<


sexta-feira, 14 de agosto de 2015

Não só lavo como cheiro!


Um dia quando ainda morávamos no centro de PVH  no apartamento cedido pela minha sogra recém "juntados", eu estava lavando um par de tênis do meu amor, com o portão aberto da área de serviço. Quando de repente passou uma vizinha jovem e solteira que perguntou o que eu estava fazendo. Imediatamente respondi:
- Lavando um tênis do meu amor!
Então ela rebateu:
-Tá vendo por isso que não caso, para não ter que lavar tênis e cuecas de marido!
Então faceira respondi:
-Eu tenho o maior prazer de fazer isso! E tem mais, eu não só lavo como cheiro! : )
Calada ela ficou e se retirou!
Acho que ela deve ter soltado algo como: Credo!
Mas nem me lembro direito.
>>Deuzijane<<

Obs: Eu já contei essa história pra alguns colegas de trabalho, e isso claro foi motivo de muita risada. A maioria disse que iam usar isso como teste para as futuras candidatas a esposas. Se cheirar o tênis e a cueca é porque ama! kkkkkkkkk : )


Para Sempre


"Não importa o que cause nossa separação
Nós sempre daremos um jeito de reatar".
(Filme "Para sempre")


Sem arrependimentos


Não quero no meu leito de morte me arrepender de nenhum sentimento que ficou pra trás, pela carta não entregue, pelo amor perdido, pela palavra dita no momento errado, pelo que não vivi e deixei de viver pra correr atrás de outras coisas sem importância, pelo tempo que passei longe de minha família e amigos queridos.
Sempre penso nisso.
Não quero deixar nada em aberto. Quero dizer tudo que tenho pra dizer, sentir tudo que tenho que sentir, ver tudo que tenho pra ver, viver e viver.
Ainda tenho certos receios, medos e pudores, mas vou criar coragem para continuar minha jornada.

Viver o que tenho pra viver
Amar que eu tenho pra amar
Sorrir o tanto que quero sorrir
Chorar tudo que tenho pra chorar.
Ainda tenho tantas coisas engasgadas na minha garganta.
Eu quero mesmo de todo meu coração dizer tudo o que vim pra dizer.
Tem tanto sentimento guardado aqui comigo.
Tanto desabafo!
Tanto amor
Me ajude por favor.

Aqui comigo as coisas sempre foram de muito...
Que eu possa cumprir todo esse anseio que me sufoca e as vezes até machuca.
Que vontade de gritar.

Não se assuste, eu sempre fui assim, puro sentimento.
Quase uma explosão de tudo que há em mim.
Sacia-me. 

 Será que isso tudo é possível sem magoar alguém?
>>Deuzijane<<


Você me fez...

Você me fez encontrar meu lugar no mundo, me deu uma família, propósitos, sonhos...
(Deuzijane)



O amor e o supermercado



Uma coisa curiosa... Desde que o mundo é mundo, eu ouço os homens reclamando que odeiam fazer compras e muito menos ir ao mercado fazer a "feira" da semana ou do mês.
Mas confesso que fui agraciada com esse detalhe da vida.
Quando eu e o namorado nos conhecemos, e começamos a fazer parte da vida um do outro, logo fui pedida em casamento e as circunstancias nos fizeram morar juntos, mesmo antes de casar.
E uma coisa que vale a pena contar era a felicidade dele em fazer umas das obrigações mais cotidianas com sorriso no rosto. Era sempre festa!
Parecíamos duas crianças no supermercado. Confesso que aquilo me encantou e me encanta até hoje.
Meu marido ama fazer mercado comigo, aliás me arrisco a dizer que quem faz mercado com ele sou eu! É como se fosse a comemoração do cotidiano que ele sempre sonhou, com o prêmio dele ao lado: Eu!

Estarmos juntos é sempre uma festa!! É sempre muito bom! : )

Obs: Apesar da imagem que achei a mulher estar empurrando o carrinho, raramente eu faço isso, pois o marido diz que eu sou "barbeira", e não sei conduzir o carrinho. Só pra variar né!? Ele tem medo que a desastrada aqui acerte alguém! : )
>>Deuzijane<<


Até que a felicidade os separe

Silvio Medeiros


Os avós de um amigo meu se divorciaram. Na hora foi difícil acreditar. Como isso soa estranho, não é o tipo de notícia que se ouve todos os dias. De certa forma existe ainda em nossas mentes algo que não consegue aceitar que avós podem se separar. A entidade “avós” resiste no imaginário como uma união inseparável e inquebrantável. Avós divorciados e geladeiras vermelhas, algumas coisas simplesmente não combinam.

Mas pais que se divorciaram, amigos que se divorciaram, parentes que se divorciaram, isso sim soa plausível. Não causa espanto algum. Aliás, ninguém mais escreve sobre isso, já é um assunto old fashion. Parece que o nível de tolerância e compreensão para fracassos matrimoniais é muito mais alto para as gerações atuais.

É verdade que nunca se viu uma crise tão grande no casamento como se vê nos últimos anos. Há mais separações do que casamentos anualmente no Brasil; 30% dos casais se separam antes de um ano de casamento; 50% dos que se separam não duraram três anos. A média final de duração dos casamentos é de 11 anos. E então vemos uma realidade tão repleta de casos assim que a coisa toda se torna banal, normal, um deja vú coletivo.

Mas o fato é que a experiência da separação não tem nada de trivial. Separações são verdadeiras mutilações afetivas/emocionais e morais, das piores pela qual uma pessoa pode passar. Ela carrega consigo uma carga pesada de baixa-estima, de rejeição, um profundo pesar e sensação de fracasso, além de outros efeitos depressivos que poderá acarretar num esvaziamento completo do próprio sentido da vida. Quando existem filhos envolvidos, por mais que os filmes e as novelas tentem maquear, vemos um drama ainda maior: vítimas alheias e inocentes que terão para sempre afetados a construção de seus modelos afetivos, traçados naturalmente na observação ocular de seus pais.

E é aí que a notícia do meu amigo ganha ainda mais relevância: nossos avós não se divorciavam. E ninguém achava estranho. E não se divorciavam num tempo onde muitos casamentos eram arranjados, onde alguns noivos nem se escolhiam, onde o primeiro beijo acontecia depois do “sim” diante do altar. Com minha avó materna foi assim: não escolheu o marido e depois que este morreu, nunca mais se casou, de tanto amor. Não é curioso? Ariano Suassuna, um notório exemplo, casou-se com sua primeira namorada e estão juntos há algumas décadas! Hoje os casais se conhecem, se testam, se escolhem mais livremente, mas seus casamentos não duram mais do que algumas viagens, alguns passeios e algumas dezenas de meses.

Ao que tudo indica o modelo tradicional do casamento, ou o que já foi tradicional, escondia uma enorme sabedoria diante do sentido da vida do casal que precisamos aprender a reconsiderar. Por detrás deste antigo fato de não se escolher com quem casar (pelo menos por parte dos noivos) vemos surgir a eloquência de um pensamento interessante: não se casa para ser feliz. Sim. Parece chocante, mas nada é mais verdadeiro. Basta pensar que o casamento é uma instituição de direito natural do homem voltada para a criação e a manutenção da família. Essa é a sua razão de ser. Ela existe antes de Holywood, antes do romantismo, antes mesmo do Estado, e parte da necessidade da procriação do ser humano e não do “direito de ser feliz”. Aliás, a divisão da humanidade entre homens e mulheres só faz sentido por isso: há que se continuar o ciclo da vida humana. E não só continuar esse ciclo, mas elevá-lo. Sozinhos, somos muito frágeis. Necessitamos de um ambiente de confiança e intimidade, onde não entre a competição e a disputa, onde cada um conduza o outro a felicidade, mesmo que à sua maneira, e onde não entre a possibilidade de ruptura.

Acredito que a frustração de muitos relacionamentos provém desta falsa idéia atual de que o casamento é uma opção, uma escolha pessoal de felicidade. Um mero direito. O significado residual que sobra de tal decisão é um mero contrato que obriga ambas as partes a satisfazer o outro sob pena de troca. Uma idéia que contraria a dignidade humana, que faz do outro o seu direito de satisfação, que subjuga-nos no patamar de coisa que possa ser usurpado. Se existe direito de casar para ser feliz então não existe limite para quantas vezes uma pessoa possa se divorciar ou abandonar uma família.

Não digo que devemos parar de escolher com quem desejamos nos casar, devemos o fazer bem aliás, mas que mudemos o foco do porquê decidimos e queremos nos casar; podemos acabar sendo mais felizes e tendo casamentos mais duradouros. Se tenho noção de que me caso para criar e formar uma família acima de tudo, para entregar à sociedade pessoas maduras, serenas, com virtudes, para afinal de contas deixar ao mundo um legado que valha a pena, então naturalmente a felicidade aparece. Se reconheço que a própria verdade da família traz em sí uma realidade indissolúvel, que irmãos não se divorciam e nem pais se divorciam de seus filhos, que estes não vão ao cartório reconhecer isso, e que portanto manter o amor dispensa a presença emotiva de um sentimento, então o casamento começa a ser mais que um contrato. Nossos avós tiveram sucesso em boa parte por isso: descobriram que laços de união e parentesco não estão atrelados necessariamente a uma emoção, a um sentimento, ou a auto-satisfação, mas ao compromisso de ser família. Eles conseguiram, nós conseguimos também.

Essa maneira de enxergar o casamento pouco tem de atrativa, de sedutora, mas talvez seja a única razoável e sincera o bastante para pelo menos diminuir a frustração e a desilusão que esta geração está enfrentando. Talvez ela faça com que muita gente pense em não se casar, mas quem sabe essa não seja precisamente uma parte da solução? A fundação de uma família não precisa de casais carentes que buscam desesperadamente um preenchimento do vazio de suas vidas, que desejam incentivos fiscais, aceitação social, desconto em planos de saúde etc, mas de pessoas preparadas para os desafios que a sociedade de consumo impõem a quem deseja construir uma pequena comunidade de fraternidade, de respeito mútuo, de valores e de virtudes humanas, maiores e mais nobres do que o desejo de satisfação própria, muito natural, mas convenhamos, muito egoísta.

Se é verdade que quanto maior a luta, mais recompensador é a vitória, então como valherá a pena decider-se todo o dia pelo casamento e pela família.


Silvio Medeiros é premiado publicitário e graduado em Comunicação Social


Eu!!


Mente inquieta, mente inquieta!


segunda-feira, 10 de agosto de 2015

Insônia


Dei agora para acordar às 5 da manhã. Na verdade não sei bem o que é pior, se acordar 3, 4 vezes na noite ou acordar às 5 da matina. Ahhhhhhh... a minha boa e velha insônia. Mas hoje ao invés de ficar contando até 100 ou me lamentando por não conseguir dormir, tomei uma decisão.
Levantei, calcei meu tênis e fui caminhar lá fora. Ver o dia amanhecer... Sorte a minha que o quintal da minha casa é grande. Fora a companhia que é ótima: Mike, Bruce e Fred. : )
Seja o que Deus quiser! Que isso me traga algum benefício ao longo de tantos anos de insônia e mente inquieta.
Sábado, 08 de Agosto às 06:05h
>>Deuzijane<<


segunda-feira, 3 de agosto de 2015

O que faz um homem ser feliz??

Certo dia meu amor me fez a seguinte pergunta:
O que faz um homem ser feliz? O que pode faltar na vida de um para ele ser um completo infeliz?
A indagação veio, pois ele não compreendia que um conhecido seu vivesse cabisbaixo já que "parece" ter um bom casamento e vive muito bem financeiramente.
Então eu respondi:
90% é encontrar uma esposa virtuosa que o ame e os outros 10% é ser satisfeito com seu trabalho. Encontrar uma profissão satisfatória. Fazer o que ama.
Ele imediatamente concordou comigo!
E olha que era para ele responder isso e não eu, já que é homem.
Quase sempre nossos pensamentos são iguais, mas um dos dois não sabe exprimir.
Então um fala o que o outro pensa e vice versa.
>>Deuzijane<<





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